Existem vários autores gaúchos, mas gostaria de criar uma pequena lista dos melhores para compreender o Rio Grande do Sul. São autores que escrevem com propriedade sobre este estado criando grandes obras.
São autores que todos os gaúchos devem ler para compreender um pouco mais o chão no qual pisam e levam suas vidas. São ícones da literatura gaúcho que as pessoas de todos os estados devem ler para conhecer um pouco mais esse povo do extremo sul, um pedacinho desse enorme Brasil.
1 – Érico Veríssimo (1905-1975)
Um autor clássico que está no topo da lista. Escreveu muitas obras, mas indico para a leitura sua mais grandiosa obra a trilogia “O Tempo e o Vento”. Livro que trata da formação do povo gaúcho, criando uma cidade fictícia e nela a disputa entre família na política e na vida numa pequena cidade.
2 – Moacyr Scliar
Um dos grandes autores gaúcho atuais, membro da Academia Brasileira de Letras. Entre seus muitos livros Indico “Histórias de Porto Alegre” justamente por tratar da história da capital dos gaúchos.
3 – Charles Kiefer
Autor ganhador de vários prêmios, tem mais de 300 mil livros vendidos, professora da Universidade PUCRS, entre outros grandes itens de sua biografia.
4 – Luis Fernando Veríssimo
Filho de Érico Veríssimo é outro dos grandes autores da atualidade. Tem em seus textos a presença de um humor muito característico e divertidíssimo. Para leitura indico “O Analista de Bagé”, não há como ler sem ter boas risadas e uma visão divertida de aspectos do sul.
5 – Lya Luft
Autora que trata basicamente do universo feminino, seus grandes personagens são sempre as mulheres e muitas vezes reduzidas ao âmbito familiar com tons melancólicos. Ela não trata especificamente do Rio Grande do Sul (como Érico Veríssimo), mas suas personagens refletem um pouco da cultura do estado.
6 – Eunice Jacques (1943-1997)
Pouco conhecida no Brasil e hoje já quase esquecida no Rio Grande do sul, era um grande jornalista política e mantinha uma coluna de crônicas no jornal Zero Hora (assim como Luis Fernando Veríssimo). Infelizmente faleceu em pleno ápice literário por um câncer fulminante que colocou fim a uma carreira brilhante. Indico como leitura o livro de crônicas “Partilhando Histórias”, publicação póstuma.
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