21 de out. de 2010

Doação de órgãos e Tecidos - "Doe Esperança"




Essa semana, saindo da faculdade recebi um folheto explicativo sobre doação de órgão e tecidos do hospital São Lucas da PUC. A campanha se chama “Doe Esperança”, li e achei o conteúdo interessante para todos, independente da vontade de doar ou não. Estou colocando as informações do panfleto ai a baixo.

O que é transplante?
Transplante é a substituição de um órgão doente por outro normal através de uma cirurgia. O órgão a ser implantado pode ser de um doador falecido ou de doador vivo.

O que é doação de órgão e tecidos?
É um ato pelo qual você decide doar uma ou mais partes do corpo (órgãos ou tecidos) para a realização de um transplante.

Quem pode ser doador de órgão ou tecido?
Todos podemos ser doadores. Considera-se como “Potencial Doador” todo o paciente em Morte Encefálica. Não existe limite de idade para a doação. Quem tem vontade de doar ser órgãos precisa manifestar com clareza seu desejo aos familiares, porque somente os familiares têm o poder de decidir se podem ser retirados órgãos de um paciente com morte cerebral.

Quem não pode ser doador de órgão e tecidos?
Pessoas portadoras de doenças infecciosas incuráveis ou doenças que pela sua evolução tenham comprometido o estado do órgão. Pessoas sem documento de identidade e menores de 21 anos sem a expressa autorização dos responsáveis.

Quanto tempo após a remoção dos órgãos pode-se esperar para realizar o transplante?
O tempo de espera varia de órgão para órgão. P ideal é que o transplante seja realizado o mais breve possível. O coração e o pulmão são órgãos que menos podem esperar. O intervalo máximo entre a retirada do órgão e o implante mão deve exceder seis horas. Os rins por sua vez podem ser implantados até 36 horas após a sua remoção do corpo do doador.

Quem retira os órgãos do doador?
Uma equipe de cirurgiões com treinamento específico para este tipo de ocorrência retira os órgãos para o posterior implante nos hospitais de referência em transplante na cidade.

Quem receberá os órgãos doados?
Os receptores são escolhidos com base em testes laboratoriais que confirmam a compatibilidade entre o doador e o receptor. Nem o doador, nem a família podem escolher o receptor. Este será sempre indicado pela Central de Transplantes, respeitando os critérios de prioridade da lista de espera para transplante daquele órgão.

As pessoas têm vida normal após um transplante?
As estatísticas mundiais mostram que sim. Mais de 80% dos pacientes que receberam um coração transplantado, por exemplo. Retornam às suas atividades habituais meses após o procedimento. Alguns praticam esportes, existindo até federação de transplantados.

Qual o risco dos transplantes?
Existem os riscos inerentes a uma cirurgia de grande porte. Superada essa fase, os principais problemas após o transplante de órgãos são infecções e rejeição que são tratados com medicamentos especiais.

Quem paga a conta dos transplantes?
A maioria dos transplantes realizados no Brasil é paga pelo Serviço Único de Saúde (SUS).


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